terça-feira, 19 de março de 2013
Campanhas Editorial Presença
Livro da semana
Pack Shiver + Linger
Maggie Stiefvater
P.V.P.:
Portes grátis para território nacional.
Promoção válida de 18 a 24 de Março.
Novidades Bizâncio
Título: Jardins de Canela
Autor: Shyam Selvadurai
Colecção: Ilhas Encantadas
ISBN: 978-972-53-0191-3
Págs.: 304
Sinopse: No elegante, mas sufocante mundo da classe alta de Ceilão (Sri Lanka), no início do século passado, duas pessoas solitárias, Annalukshmi e o seu tio Balendran, têm que escolher entre a felicidade pessoal e a provável destruição de outras vidas. Uma sonha com a independência, ao mesmo tempo que a sua família tenta, obcecadamente, arranjar-lhe o casamento adequado, enquanto o outro, um respeitável marido e pai, se vê confrontado com o passado e os seus desejos mais íntimos. Sensual e cativante, Jardins de Canela é um romance arrebatador que fala de emoções proibidas e da força interior daqueles que tentam não só resistir às pressões da sociedade, mas também lutar para alcançar a sua própria felicidade.
Título: Viagem ao Mundo da Droga
Autor: Charles Duchaussois
ISBN: 978-972-53-0478-5
Págs.: 464
Sinopse: De Marselha ao Líbano, de Istambul a Bagdad, de Bombaim a Benares. De barco, a pé, de carro, Charles aproxima-se pouco a pouco de Catmandu, oásis do mundo da droga e paraíso dos hippies, num percurso repleto de aventuras, de acidentes e incidentes. Em Beirute, associa-se a traficantes de armas e participa na colheita do haxixe; no Kuwait dirige um bar; no Nepal é, por algum tempo, o «médico» e «cirurgião» dos camponeses dos Himalaias. Um percurso de vida marcado pelo consumo das drogas: o ópio e o haxixe que fazem planar, o flash da heroína e a «viagem» do LSD. Nunca um consumidor foi tão longe e, salvo in extremis, sobreviveu para relatar a infernal viagem ao mundo das drogas. Esta obra, já um clássico, é um relato apaixonante e simultaneamente arrepiante da extrema miséria a que o consumo de drogas pode conduzir. Um sério aviso a todos os que são «espicaçados» pela curiosidade.
Autor: Shyam Selvadurai
Colecção: Ilhas Encantadas
ISBN: 978-972-53-0191-3
Págs.: 304
Sinopse: No elegante, mas sufocante mundo da classe alta de Ceilão (Sri Lanka), no início do século passado, duas pessoas solitárias, Annalukshmi e o seu tio Balendran, têm que escolher entre a felicidade pessoal e a provável destruição de outras vidas. Uma sonha com a independência, ao mesmo tempo que a sua família tenta, obcecadamente, arranjar-lhe o casamento adequado, enquanto o outro, um respeitável marido e pai, se vê confrontado com o passado e os seus desejos mais íntimos. Sensual e cativante, Jardins de Canela é um romance arrebatador que fala de emoções proibidas e da força interior daqueles que tentam não só resistir às pressões da sociedade, mas também lutar para alcançar a sua própria felicidade.
Título: Viagem ao Mundo da Droga
Autor: Charles Duchaussois
ISBN: 978-972-53-0478-5
Págs.: 464
Sinopse: De Marselha ao Líbano, de Istambul a Bagdad, de Bombaim a Benares. De barco, a pé, de carro, Charles aproxima-se pouco a pouco de Catmandu, oásis do mundo da droga e paraíso dos hippies, num percurso repleto de aventuras, de acidentes e incidentes. Em Beirute, associa-se a traficantes de armas e participa na colheita do haxixe; no Kuwait dirige um bar; no Nepal é, por algum tempo, o «médico» e «cirurgião» dos camponeses dos Himalaias. Um percurso de vida marcado pelo consumo das drogas: o ópio e o haxixe que fazem planar, o flash da heroína e a «viagem» do LSD. Nunca um consumidor foi tão longe e, salvo in extremis, sobreviveu para relatar a infernal viagem ao mundo das drogas. Esta obra, já um clássico, é um relato apaixonante e simultaneamente arrepiante da extrema miséria a que o consumo de drogas pode conduzir. Um sério aviso a todos os que são «espicaçados» pela curiosidade.
segunda-feira, 18 de março de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Aquisições - Semana 11
Na próxima semana vou celebrar mais um aniversário, pelo que esta semana não resisti e antecipei-me. Ofereci uma prenda a mim própria... livros :)
Titulo: A Visita do Brutamontes
Autor: Jennifer Egan
Adquirido: Wook
Preço: € 15,93
Titulo: A Visita do Brutamontes
Autor: Jennifer Egan
Adquirido: Wook
Preço: € 15,93
Titulo: Um Blues Mestiço
Autor: Esi Edugyan
Adquirido: Wook
Preço: € 1,80
(Estes 2 já estavam na minha wishlist há algum tempo. Aproveitei o valor que tinha em PPL mais um vale do dia Mulher e descontei o valor neste livro)
Titulo: Uma Paixão Indiana
Autor: Javier Moro
Adquirido: Wook
Preço: € 3,00
Titulo: A Cosmética do Inimigo
Autor: Amélie Nothomb
Adquirido: Wook
Preço: € 2,50
(Estes 2 estavam a preço de saldo, e como as sinopses parecem interessantes aproveitei para conhecer 2 novos autores)
Titulo: O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo
Autor: Haruki Murakami
Adquirido: Fnac
Preço: € 20,61
(Eu disse que vinha a caminho... pois já chegou)
Titulo: Auto-Retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo
Autor: Haruki Murakami
Adquirido: Fnac
Preço: € 0,00
(E não veio sozinho, trouxe este amiguinho com ele a preço zero)
Gastei: € 43,84
Opinião dos Leitores – A Única Verdade de Anna Quindlen
Em todos os passatempos que tenho feito, ao enviar o livro ao vencedor, tenho sugerido que se após terminarem a leitura tiverem vontade de compartilhar com os restantes leitores do blogue a sua opinião sobre o livro, a enviem para que seja publicada aqui no blogue. Pois foi com muita satisfação que recebi hoje a primeira opinião, vinda da Angélica Fidalgo, que ganhou o livro A Única Verdade de Anna Quindlen, e que passo a publicar de imediato.
Título: A única verdade
Autor: Anna Quindlen
Título original: One True Thing
Ano de publicação original: 1994
Editora: Quetzal
Ano: 1999
Tradução: Irene Daun e Lorena e Nuno Daun e Lorena
Páginas: 328
ISBN: 972-564-391-7
Sinopse: “Ellen Gulden era uma jovem jornalista que comia ambição ao pequeno-almoço – e quem quer que se lhe metesse na frente ao almoço – até ao dia em que deixou Nova Iorque e a carreira e voltou à sua pequena cidade natal para cuidar da mãe, que estava a morrer, e provar ao pai e a si própria que tinha coração.
Cinco meses mais tarde, comparecia perante um Grande Júri, acusada de ter morto a mãe e disposta a assumir a responsabilidade por um ato que não cometera.
A Única Verdade, de Anna Quindlen, jornalista galardoada com o Prémio Pulitzer, é um romance de paixão e inteligência, simultaneamente absorvente, dilacerante e apesar de tudo positivo. É uma história de mães e filhas, de amor e perda, e também de escolhas dramáticas que podem transformar – ou destruir – vidas.”
Opinião da Angélica Fidalgo: Provavelmente, nunca teria lido este livro, se não se desse o acaso de o ter ganho num passatempo. Desconhecia a autora, nunca ninguém me falara dele, não consta da minha lista de livros que quero ler. Comecei por ler a sinopse. Se o primeiro parágrafo me afastaria do livro, caso o descobrisse numa livraria, o último, sobretudo a última frase, levar-me-ia a considerar lê-lo.
A verdade é que gostei. Não foi uma leitura que me tenha arrebatado, mas mesmo assim, conseguiu prender-me e comover-me.
Ellen Gulden vê a sua vida abalada com a notícia da doença da mãe e a imposição por parte do pai de ter que a acompanhar nos derradeiros meses.
A princípio, Ellen encara este acontecimento como uma interrupção da sua vida, que retomará quando tudo passar. Também o leitor é levado neste equívoco, como se a vida de Ellen (ou de alguém) pudesse ficar pendente enquanto outras coisas vão acontecendo fora dela. Acontece que tudo o que vive nesses meses a transforma, de forma indelével, porque tudo isso é a sua vida. Podemos mesmo dizer, penso eu, que os traços psicológicos de Ellen se alteram no contacto com a mãe e com a doença que, aos poucos, mas impiedosamente, a devora. Não que Ellen seja uma pessoa, no início, e passe a ser outra totalmente diferente. A autora não seria assim tão ingénua, tentando impor-nos mudanças que na realidade não acontecem. Mas a evolução existe e é importante, no meu entender.
Durante a leitura, marcou-me mais o relacionamento entre Ellen e a mãe, as relações familiares que se estabelecem e a forma como a doença é descrita, do que propriamente a acusação que recai sobre Ellen e a tensão até nos ser revelado se é considerada culpada ou não. Impressiona o modo como o cancro é abordado, à medida que vai deteriorando o corpo e esquecendo a alma, quase que sentimos a dor física de sua mãe e o seu desespero final. E, no entanto, é esta infelicidade que dá a Ellen e à mãe a oportunidade de conviverem, partilharem o seu tempo e se conhecerem.
Porque o livro nos leva a questionar e a refletir sobre a morte, a doença, o modo como cada pessoa encara estas inevitabilidades, as relações familiares (levantando também outras questões, embora de modo subtil, como a eutanásia), vale a pena.
Título: A única verdade
Autor: Anna Quindlen
Título original: One True Thing
Ano de publicação original: 1994
Editora: Quetzal
Ano: 1999
Tradução: Irene Daun e Lorena e Nuno Daun e Lorena
Páginas: 328
ISBN: 972-564-391-7
Sinopse: “Ellen Gulden era uma jovem jornalista que comia ambição ao pequeno-almoço – e quem quer que se lhe metesse na frente ao almoço – até ao dia em que deixou Nova Iorque e a carreira e voltou à sua pequena cidade natal para cuidar da mãe, que estava a morrer, e provar ao pai e a si própria que tinha coração.
Cinco meses mais tarde, comparecia perante um Grande Júri, acusada de ter morto a mãe e disposta a assumir a responsabilidade por um ato que não cometera.
A Única Verdade, de Anna Quindlen, jornalista galardoada com o Prémio Pulitzer, é um romance de paixão e inteligência, simultaneamente absorvente, dilacerante e apesar de tudo positivo. É uma história de mães e filhas, de amor e perda, e também de escolhas dramáticas que podem transformar – ou destruir – vidas.”
Opinião da Angélica Fidalgo: Provavelmente, nunca teria lido este livro, se não se desse o acaso de o ter ganho num passatempo. Desconhecia a autora, nunca ninguém me falara dele, não consta da minha lista de livros que quero ler. Comecei por ler a sinopse. Se o primeiro parágrafo me afastaria do livro, caso o descobrisse numa livraria, o último, sobretudo a última frase, levar-me-ia a considerar lê-lo.
A verdade é que gostei. Não foi uma leitura que me tenha arrebatado, mas mesmo assim, conseguiu prender-me e comover-me.
Ellen Gulden vê a sua vida abalada com a notícia da doença da mãe e a imposição por parte do pai de ter que a acompanhar nos derradeiros meses.
A princípio, Ellen encara este acontecimento como uma interrupção da sua vida, que retomará quando tudo passar. Também o leitor é levado neste equívoco, como se a vida de Ellen (ou de alguém) pudesse ficar pendente enquanto outras coisas vão acontecendo fora dela. Acontece que tudo o que vive nesses meses a transforma, de forma indelével, porque tudo isso é a sua vida. Podemos mesmo dizer, penso eu, que os traços psicológicos de Ellen se alteram no contacto com a mãe e com a doença que, aos poucos, mas impiedosamente, a devora. Não que Ellen seja uma pessoa, no início, e passe a ser outra totalmente diferente. A autora não seria assim tão ingénua, tentando impor-nos mudanças que na realidade não acontecem. Mas a evolução existe e é importante, no meu entender.
Durante a leitura, marcou-me mais o relacionamento entre Ellen e a mãe, as relações familiares que se estabelecem e a forma como a doença é descrita, do que propriamente a acusação que recai sobre Ellen e a tensão até nos ser revelado se é considerada culpada ou não. Impressiona o modo como o cancro é abordado, à medida que vai deteriorando o corpo e esquecendo a alma, quase que sentimos a dor física de sua mãe e o seu desespero final. E, no entanto, é esta infelicidade que dá a Ellen e à mãe a oportunidade de conviverem, partilharem o seu tempo e se conhecerem.
Porque o livro nos leva a questionar e a refletir sobre a morte, a doença, o modo como cada pessoa encara estas inevitabilidades, as relações familiares (levantando também outras questões, embora de modo subtil, como a eutanásia), vale a pena.
Obrigada Angélica pela partilha, é o facto de existirem seguidores assim que nos faz acreditar que vale a pena continuar.
sábado, 16 de março de 2013
Sugestão de Leitura - O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo de Haruki Murakami
Titulo: O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo
Autor: Haruki Murakami
Titulo Original: Sekai no owari to hādoboirudo wandārando
Ano da edição original: 1985
Editora: Casa das Letras
Lançamento: 12 de Março de 2013
Páginas: 572
ISBN: 9789724621548
Sinopse: Para se deslocar ao laboratório de um velho professor com fama de homem da Renascença do nosso tempo, um técnico informático apanha um elevador, lento ao ponto de uma pessoa não saber se está a subir ou a descer. À chegada, é recebido por uma jovem bonita e rechonchuda. O programador segue atrás da mulher vestida de cor-de-rosa por corredores que nunca mais acabam e por caminhos subterrâneos, aspirando profundamente a fragrância de melão que a nuca dela exala. No entanto, nem sequer ouve o rumor da respiração e é como se as palavras que lhe saem da boca chegassem aos seus ouvidos através de uma espessa parede de vidro. Às tantas, parece-lhe que a jovem de formas arredondadas terá dito qualquer coisa como «Marcel Proust». Marcel Proust? Bem-vindos ao impiedoso país das maravilhas.
Numa pequena e fantasmagórica cidade, rodeada por uma muralha que a separa do resto do mundo, vivem seres humanos privados da sombra e dos sentimentos. Habituados desde há muito a conviver tranquilamente com a ausência de emoções, todos se mostram satisfeitos e em paz. Ninguém envelhece, ninguém morre. A que se deve tal proeza? Aparentemente, ao facto de não terem coração. Com efeito, as pessoas deixam de ter sombra mal passam a viver dentro das muralhas. A esta cidade nos confins do mundo chega um jovem de trinta e cinco anos, que tem por missão ler «os velhos sonhos» nos crânios dos unicórnios. Com a ajuda da bibliotecária, que revela um apetite prodigioso até dizer basta, o programador propõe-se recolher recordações e fragmentos de outras vidas, pertencente a uma outra possível dimensão.
Criticas:
Jay McInerney - «O golpe de mestre que provocou o reconhecimento de Haruki Murakami a nível internacional.»
Motivo da escolha: Para quem já segue o blogue há algum tempo, nem preciso dizer nada sobre esta escolha, bem previsível. Para os que começaram agora, Haruki Murakami, é um dos meus escritores de eleição, pelo que nunca deixaria passar o novo lançamento de um dos seus livros sem o assinalar nesta rubrica. Escusado será dizer que o meu exemplar já está a caminho :)
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