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domingo, 5 de janeiro de 2014

Aquisições - Semana 52 (continuação)

Na rubrica de aquisições da semana 52 de 2013, tinha-vos dito que tive uma prenda a que carinhosamente apelidei de prenda-desafio e que lhe iria dedicar um post especial :)

Pois aqui fica a prenda-desafio. De alguém que me conhece o suficiente para saber os meus gostos recebi o seguinte:

Thomas Pynchon
Arco-Íris da Gravidade
Thomas Pynchon
Sinopse: Vencedor do National Book Award, Arco-Íris da Gravidade é um épico pós-moderno.
A sua narrativa alargada, enciclopédica e a fina análise do impacto da tecnologia na sociedade tornaram-no um livro de culto e a grande obra representativa da segunda metade do século XX.












Kobo Touch















A primeira prenda é um livro que de facto já estava na minha wishlist há algum tempo, no entanto as suas 1021 páginas em conjunto com algumas opiniões que tenho lido e ouvido a seu respeito, fazem-me crer que terminar a sua leitura será um verdadeiro desafio herculeano. Enfim ficará a aguardar por dias mais desocupados…

A segunda já pertence a outra categoria, a dos objetos a que nunca aspirei. Citando-me a mim própria num post dos primórdios deste blogue, há pouco mais de um ano escrevi o seguinte: “Troquei de bom grado o Vinil por CD, o VHS por DVD ou Blu-Ray, mas não consigo habituar-me à ideia de um livro sem papel. E eu sou uma utilizadora diária do computador, que já não saberia viver sem internet, mas para mim um livro tem cheiro, peso, folhas que eu possa tatear, mesmo que isso implique o andar sempre com uma mala enorme e pesada. “

Pois cometi nesse post um erro grave, não usei a palavra “nunca” mas escrevi uma expressão igualmente proibida… “está fora de questão”. Alguém resolveu que estava na hora de me desafiar, e como apreciadora de desafios que sou, até já decidi que vou pelo menos experimentar. Sei que não vai ser a mesma coisa mas todo o meu lado racional diz que vai ser prático, quanto mais não seja para levar na mala ou de férias. Assim para começar retirei um ebook gratuito do site Projecto Adamastor (que aproveito para elogiar a qualidade) e quando me decidir a lê-lo deixarei a opinião sobre o livro e sobre a minha experiência com o Kobo :)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Sugestão de Leitura - Arco-Íris da Gravidade

Thomas Pynchon

Titulo: Arco-Íris da Gravidade
Autor: Thomas Pynchon
Titulo Original: Gravity's Rainbow
Ano da edição original: 1973

Editora: Bertrand Editora
Lançamento: Outubro de 2012
Páginas: 1024
ISBN: 9789722525121


Sinopse: Vencedor do National Book Award, Arco-Íris da Gravidade é um épico pós-moderno.
A sua narrativa alargada, enciclopédica e a fina análise do impacto da tecnologia na sociedade tornaram-no um livro de culto e a grande obra representativa da segunda metade do século XX.

Criticas: 

Times - «Um dos 100 melhores romances de sempre.»

Revista Time - «Uma Mad Comic metafísica, fenomenológica e tecnológica.»

New York Times - «Arco-Íris da Gravidade é de uma densidade esmagadora e de uma elaboração compulsiva, é tolo, obsceno, engraçado, pastoral, histórico, filosófico, poético, monótono, inspirado, tenebroso, frio, empolgado, desolado e maldito.»

Time - «Pynchon é como uma daquelas partículas atómicas de grande energia que nunca se veem mas cuja existência é inferida pelo rasto que vão deixando atrás de si.»

Don DeLillo - «A escala da sua obra ajudou-nos a localizar a nossa ficção não apenas em pequenos cantos anónimos, humanos e essenciais, como também lá fora, na vastidão de uma imaginação elevada e dos sonhos coletivos.»

Motivo da Escolha: A sinopse é curta e pouco elucidativa, no entanto há tanto tempo que leio e ouço falar deste livro que tenho imensa vontade de tentar lê-lo. E digo tentar porque não sei se serei capaz, o que sei é que são 1024 páginas de uma obra que em conjunto com o Ulysses de James Joyce tem sido considerada como um enorme desafio para a maioria dos leitores. É verdade é que gosto desafios, mas às vezes dou por mim a tentar dar passos maiores que as pernas. Apesar disso não quero deixar de tentar ler este livro considerado uma das obras maiores do século XX e que aguardou 39 anos por uma tradução portuguesa.
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