Uma porta a explorar... mesmo em dias cinzentos!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
Aquisições - Semana 42
E finalmente fica o post com a minha ultima visita à Feira do Livro da Amadora, embora muitíssimo atrasado. Desta vez também comprei livros novos.
David Copperfield
Charles Dickens
David Copperfield
Charles Dickens
A Serpente Emplumada
D.H. Lawrence
(estes foram os 2 últimos usados que comprei, mais uma vez a preços muito económicos e em óptimo estado)
As Três Vidas
João Tordo
A Menina é Filha de Quem?
Rita Ferro
Uma Casa de Família
Natasha Solomons
Maldito Seja o Rio do Tempo
Per Petterson
(Quanto a estes 4 resolvi aproveitar a promoção da Leya onde para além dos preços de Feira, ofereciam 1 livro por cada 3 que comprássemos. Estes foram os escolhidos.)
As vossas escolhas... Amores contados - 20/10
Deixo-vos mais uma das vossas escolhas e mais um autor português... bom domingo :)
sábado, 19 de outubro de 2013
Sugestão de Leitura - Lugares Escuros de Gillian Flynn
Titulo: Lugares Escuros
Autor: Gillian Flynn
Titulo Original: Dark Places
Ano da edição original: 2009
Editora: Bertrand Editora
Lançamento: 4 de Outubro de 2013
Páginas: 416
ISBN: 9789722527163
Sinopse: «Tenho uma ruindade dentro de mim, palpável como um órgão.»
Libby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no «Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas». Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de janeiro. Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de quinze anos, que acusou de ser o assassino.
Passados vinte cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela.
O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários. Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.
À medida que a busca de Libby a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas de Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de janeiro de 1985. Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila.
Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.
Criticas:
The New York Times - «De pôr os nervos em franja.»
Entertainment Weekly - «Um mistério bombástico e cheio de reviravoltas.»
Cosmopolitan - «Um thriller que nos agarra.»
Chicago Reader - «Deliciosamente arrepiante.»
Motivo da escolha: Na altura do lançamento deste livro hesitei bastante em selecioná-lo como sugestão de leitura. Isto porque já tinha escolhido um outro livro de Gillian Flynn para esta rubrica, e como ainda não o li, achei que sugerir dois livros de uma autora que nunca li seria exagero. No entanto a sinopse deste Lugares Escuros deixa-me "mortinha" para o ler, algo me diz que seria um livro a "devorar", e como tal não resisti a sugeri.lo na rubrica desta semana. Mais uma vez espero não estar enganada...
As vossas escolhas... Amores contados - 19/10
Mais um dia, mais uma das vossas musicas... por acaso esta também me recorda umas quantas histórias :)
Bizâncio - Novidades de Outubro de 2013
Título: António Ferro: A Vertigem da Palavra
Subtítulo: Retórica, Política e Propaganda no Estado Novo
Autor: Margarida Acciaiuoli
ISBN: 978-972-53-0534-8
Págs.: 432
Política/Biografia
António Ferro era um homem singular. Escritor, jornalista, adquiriu notoriedade com o seu livro sobre a viagem em torno das ditaduras europeias nos anos 20 do século XX. Soube convencer Salazar de que o povo precisava de espectáculo, mostrou-lhe que tinha um programa e objectivos para a promoção do regime e foi nomeado director do organismo que se encarregaria das actividades de propaganda do Estado Novo. Durante quinze anos fez do país um «teatro» e foi o seu encenador: organizou exposições, criou prémios artísticos e literários, financiou filmes e documentários, criou uma companhia de bailado, um teatro do povo, um Museu de Arte Popular. O turismo teve com ele uma inusitada relevância através, entre outros, dos incentivos à qualidade de hotéis e restaurantes e do programa de Pousadas.
Nada lhe escapou, dir-se-ia. Mas, quando a Segunda Guerra Mundial terminou, percebeu-se que o país pouco mudara. É desta contradição que este livro trata, sem esquecer as convicções de António Ferro e a importância que sempre deu à palavra.
Título: O Continente Perdido
Subtítulo: Uma Análise sobre o mais negro Momento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial
Autor: Gavin Hewitt
ISBN: 978-972-53-0533-1
Págs.: 336
Política/Actualidade/Economia
«Das planícies áridas de Espanha, ergue-se o aeroporto de Ciudad Real, feito de vidro e aço escovado, a brilhar à luz do sol. Vangloria-se de ter uma das pistas de maior comprimento da Europa. O seu terminal, amplo e arejado, foi concebido para acolher 5 milhões de passageiros por ano. Custou quase mil milhões de euros. Mas não se vêem aviões. É um elefante branco, financiado com o dinheiro dos contribuintes. Existem outros aeroportos «fantasma». Por todo o país, há projectos semiacabados: o legado de políticos que utilizaram os fundos públicos para satisfazer a sua ambição.»
O Continente Perdido conta-nos a história de um sonho falhado, uma visão nobre que se tornou perigosa e que conduziu a Europa à mais grave crise que enfrenta desde a Segunda Guerra Mundial: uma crise para a qual estava totalmente impreparada. Um dos pilares do sonho europeu, surgido no pós-guerra, era a criação de uma moeda única, e com ela surgiu o dinheiro fácil, seduzindo alguns países que se lançaram numa voracidade despesista. Após a crise financeira dos Estados Unidos, a Europa foi inevitavelmente atingida e deparou-se com uma crise da dívida pública que põe em causa todo o projecto europeu.
O Continente Perdido está repleto de casos patéticos, que cruzam os bastidores dos centros de decisão política com as histórias de cidadãos comuns, dando um retrato ímpar da mudança dramática da História a que assistimos nos nossos dias. Inclui, ainda, entrevistas com funcionários europeus de topo, dentro e fora do sistema, e relatos dramáticos de algumas das cimeiras europeias. Um livro claro e de leitura apaixonante, de um dos mais conceituados, e bem relacionados, jornalistas dos nossos dias, que nos explica com invulgar simplicidade como chegámos aqui e para onde caminhamos.
Título: Diário de uma (ainda) Solteira
Subtítulo: As Destemidas Reflexões de Uma Aventureira Romântica de 32 anos e meio
Autor: Alison Taylor
ISBN: 978-972-53-0535-5
Págs.: 288
Romance/Diário
As raparigas solteiras são hoje em dia mais espertas, mais fortes e mais engraçadas, e Alison Taylor é a sábia voz desta nova geração que anda à procura «do tal» mas que não quer fazer uma lobotomia de personalidade pelo caminho. Cobrindo doze meses na vida de uma esperançada (mas não desesperada) romântica, Diário de Uma (Ainda) Solteira revela-nos o que acontece antes de um encontro, durante um encontro e quando não há encontro algum. Deambulando pelos festivais de música, e por várias capitais europeias, acompanhamos esta «doente de amor» cheia de estilo – e os seus amigos – na demanda por divertimento, romance e por alguém que possa amar. Diário de Uma (Ainda) Solteira calará fundo a uma geração de mulheres modernas, educadas e ambiciosas que nem querem acreditar que há tão poucos homens adequados, solteiros e heterossexuais, o que não as impede de procurar e ter esperança, ter esperança e procurar…
(Ainda) Solteira deveria ser um Estado Civil.
Subtítulo: Retórica, Política e Propaganda no Estado Novo
Autor: Margarida Acciaiuoli
ISBN: 978-972-53-0534-8
Págs.: 432
Política/Biografia
António Ferro era um homem singular. Escritor, jornalista, adquiriu notoriedade com o seu livro sobre a viagem em torno das ditaduras europeias nos anos 20 do século XX. Soube convencer Salazar de que o povo precisava de espectáculo, mostrou-lhe que tinha um programa e objectivos para a promoção do regime e foi nomeado director do organismo que se encarregaria das actividades de propaganda do Estado Novo. Durante quinze anos fez do país um «teatro» e foi o seu encenador: organizou exposições, criou prémios artísticos e literários, financiou filmes e documentários, criou uma companhia de bailado, um teatro do povo, um Museu de Arte Popular. O turismo teve com ele uma inusitada relevância através, entre outros, dos incentivos à qualidade de hotéis e restaurantes e do programa de Pousadas.
Nada lhe escapou, dir-se-ia. Mas, quando a Segunda Guerra Mundial terminou, percebeu-se que o país pouco mudara. É desta contradição que este livro trata, sem esquecer as convicções de António Ferro e a importância que sempre deu à palavra.
Título: O Continente Perdido
Subtítulo: Uma Análise sobre o mais negro Momento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial
Autor: Gavin Hewitt
ISBN: 978-972-53-0533-1
Págs.: 336
Política/Actualidade/Economia
«Das planícies áridas de Espanha, ergue-se o aeroporto de Ciudad Real, feito de vidro e aço escovado, a brilhar à luz do sol. Vangloria-se de ter uma das pistas de maior comprimento da Europa. O seu terminal, amplo e arejado, foi concebido para acolher 5 milhões de passageiros por ano. Custou quase mil milhões de euros. Mas não se vêem aviões. É um elefante branco, financiado com o dinheiro dos contribuintes. Existem outros aeroportos «fantasma». Por todo o país, há projectos semiacabados: o legado de políticos que utilizaram os fundos públicos para satisfazer a sua ambição.»
O Continente Perdido conta-nos a história de um sonho falhado, uma visão nobre que se tornou perigosa e que conduziu a Europa à mais grave crise que enfrenta desde a Segunda Guerra Mundial: uma crise para a qual estava totalmente impreparada. Um dos pilares do sonho europeu, surgido no pós-guerra, era a criação de uma moeda única, e com ela surgiu o dinheiro fácil, seduzindo alguns países que se lançaram numa voracidade despesista. Após a crise financeira dos Estados Unidos, a Europa foi inevitavelmente atingida e deparou-se com uma crise da dívida pública que põe em causa todo o projecto europeu.
O Continente Perdido está repleto de casos patéticos, que cruzam os bastidores dos centros de decisão política com as histórias de cidadãos comuns, dando um retrato ímpar da mudança dramática da História a que assistimos nos nossos dias. Inclui, ainda, entrevistas com funcionários europeus de topo, dentro e fora do sistema, e relatos dramáticos de algumas das cimeiras europeias. Um livro claro e de leitura apaixonante, de um dos mais conceituados, e bem relacionados, jornalistas dos nossos dias, que nos explica com invulgar simplicidade como chegámos aqui e para onde caminhamos.
Título: Diário de uma (ainda) Solteira
Subtítulo: As Destemidas Reflexões de Uma Aventureira Romântica de 32 anos e meio
Autor: Alison Taylor
ISBN: 978-972-53-0535-5
Págs.: 288
Romance/Diário
As raparigas solteiras são hoje em dia mais espertas, mais fortes e mais engraçadas, e Alison Taylor é a sábia voz desta nova geração que anda à procura «do tal» mas que não quer fazer uma lobotomia de personalidade pelo caminho. Cobrindo doze meses na vida de uma esperançada (mas não desesperada) romântica, Diário de Uma (Ainda) Solteira revela-nos o que acontece antes de um encontro, durante um encontro e quando não há encontro algum. Deambulando pelos festivais de música, e por várias capitais europeias, acompanhamos esta «doente de amor» cheia de estilo – e os seus amigos – na demanda por divertimento, romance e por alguém que possa amar. Diário de Uma (Ainda) Solteira calará fundo a uma geração de mulheres modernas, educadas e ambiciosas que nem querem acreditar que há tão poucos homens adequados, solteiros e heterossexuais, o que não as impede de procurar e ter esperança, ter esperança e procurar…
(Ainda) Solteira deveria ser um Estado Civil.
Mais detalhes sobre estas e outras novidades aqui.
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