sexta-feira, 23 de maio de 2014

Novidades Vogais



Do aclamado jornalista e historiador Max Hastings, chega agora às livrarias nacionais o livro Catástrofe 1914: A Europa Vai à Guerra (Vogais I 668 pp I 33,29€) uma das obras de referência sobre a 1.ª Guerra Mundial. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.

SINOPSE

Em 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada.

A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado. Max Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.

O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos de generais e estadistas, camponeses, donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas.

•«As origens da Primeira Guerra Mundial são terreno bastante lavrado, mas este livro profundamente pesquisado lê-se como se nunca se tivesse escrito sobre o assunto. Nenhum livro é definitivo, mas este é difícil de bater.» - Philip Ziegler, The Spectator


A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Aconteceu a... 21 de Maio














Dia 1 - Homem
Dia 2 - Vivo


As regras e a forma de participar podem ser consultadas aqui.



Divulgação - Bizâncio

Título: A Festa de Anos
Autor: Panos Karnezis
Editora: Bizâncio
Pág.: 248
Coleção: Montanha Mágica
Número: 43
ISBN: 978-972-53-0393
Ano: 2009

A Festa de Anos é simultaneamente fascinante, revelador e hilariante. Um relato arrebatador sobre a condição humana. 

À medida que o dia desperta numa pequena ilha no Mediterrâneo, no Verão de 1975, um milionário, Marco Timoleon, acorda para vigiar os últimos preparativos para a festa dos 25 anos da sua filha Sofia. Entre os convidados está o ambicioso biógrafo do velho milionário, a mulher de quem está afastado e o seu médico particular, e velho amigo, preparado para cumprir os seus desejos. Sabendo que a filha está grávida de um namorado que não merece a sua aprovação, tenta persuadi-la, usando a festa, a pôr fim à gravidez. Esta não será para Sofia uma vulgar festa de anos. À medida que o dia se desenrola a determinação de Marco é posta à prova pelos planos da filha, igualmente determinada, que aprendeu com o mestre. A história desenrola-se entre os emocionantes acontecimentos do dia e a evocação da vida do milionário desde a infância na Ásia Menor, passando por lugares tão distintos como Nova Iorque, Londres e Paris.


O autor

Panos Karnezis nasceu na Grécia, em 1967, e vive em Inglaterra desde 1992. Estudou engenharia e trabalhou na indústria, tendo feito um curso de escrita criativa na universidade de East Anglia. Em 2004, foi um dos candidatos ao prémio Whitbread First Novel. Os seus contos têm sido lidos na BBC e já foram publicados na Granta, New Writting 11, Prospect e Areté. Em Portugal, estão já publicadas as suas obras Labirinto e Pequenas Grandes Infâmias.






Convite - As bolachas mágicas da avó Inácia (Francisco Caeiro) - Lisboa


Jeff Kinney na Feira do Livro de Lisboa



Jeff Kinney, autor nomeado pela revista Time como uma das pessoas mais influentes em todo o mundo, vai estar, no dia 15 de junho, pela primeira vez em Portugal.  Cabeça de cartaz da Feira do Livro de Lisboa 2014, será com chave de ouro que o Parque Eduardo VII encerrará mais uma edição da festa do livro.


Criador da coleção O Diário de um Banana, editado em Portugal pela Booksmile, chancela do Grupo 20I20 Editora, Jeff Kinney foi, em 2013, considerado o sexto autor mais bem-sucedido em todo o mundo ao somar 24 milhões de dólares, segundo dados da revista Forbes, à frente de autores bem conhecido dos leitores portugueses como Nora Roberts, Dan Brown, Stephen King, John Grisham ou David Baldacci.


A série O Diário de um Banana, mantém-se ininterruptamente na lista de bestsellers do New York Times desde 2007, já foi traduzido para mais de 44 países, em 42 línguas, totalizando o invejável número de 115 milhões de livros editados.


Em Portugal, a coleção soma 540 mil exemplares, sendo a coleção infantojuvenil, segundo dados GFK, mais vendida e apetecida pelos jovens leitores. A página do Facebook do Greg (www.facebook.com/diariobanana) conta com mais de 130 mil fãs. Descubra mais sobre os 11 títulos até agora publicados em Portugal - 8 da coleção principal, mais 3 extras, aqui.


O sucesso alcançado fez com que, naturalmente, as ideias de Jeff Kinney saltassem das páginas dos livros. Produzidos pela Twentieth Century Fox, os diários de Greg chegaram ao Grande Ecrã, com três filmes realizados que renderam 250 milhões de dólares. 

Jeff Kinney vai estar no dia 15 de junho na Feira do Livro de Lisboa, na Praça Verde, entre as 16 e as 19 horas. O autor vai falar um pouco com os fãs da coleção, respondendo a perguntas dos mais novos e pais, seguindo-se uma sessão de autógrafos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Aconteceu a... 21 de Maio














Dia 1 - Homem


As regras e a forma de participar podem ser consultadas aqui.


Cantinho do Poeta














O PORTUGAL FUTURO

O portugal futuro é um país
aonde o puro pássaro é possível
e sobre o leito negro do asfalto da estrada
as profundas crianças desenharão a giz
esse peixe da infância que vem na enxurrada
e me parece que se chama sável
Mas desenhem elas o que desenharem
é essa a forma do meu país
e chamem elas o que lhe chamarem
portugal será e lá serei feliz
Poderá ser pequeno como este
ter a oeste o mar e a espanha a leste
tudo nele será novo desde os ramos à raiz
À sombra dos plátanos as crianças dançarão
e na avenida que houver à beira-mar
pode o tempo mudar será verão
Gostaria de ouvir as horas do relógio da matriz
mas isso era o passado e podia ser duro
edificar sobre ele o portugal futuro

Ruy Belo, em Todos os Poemas de 2009
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